Relacionamento sempre foi um problemão para mim. Embora eu desejasse ardentemente um, me colocava em uma armadura de resolvidona, bem sucedida e salvadora.
O que não percebia, entretanto, era que por trás desse escudo havia uma jovem carente, inocente, em busca de validação e carregando dores que me impeliam a procurar relacionamentos como uma fuga dos meus vazios e complexos de inferioridade.
Os resultados? Cada relacionamento desencadeou uma sensação crescente de desvalorização, a convicção de que eu não era suficiente e uma carência de amor que ecoava em meu interior.
Falar sobre As Ordens do Amor é falar sobre liberdade para criar a nossa própria história.
Antes de tudo, é importante entender que problemas de relacionamento não são problemas de relacionamento.
Todos carregamos as histórias de nossas famílias, algumas leves e outras pesadas. E todo esse passado inconsciente atua em nossas escolhas, incluindo nossa escolha de parceiros.
Bert Hellinger, o renomado psicoterapeuta alemão, descobriu que estamos inseridos em uma consciência coletiva, ligada ao nosso grupo familiar. Somente ao compreender e respeitar as três leis que preservam a alma da família, podemos conquistar a liberdade de moldar nossa própria história.
Com essas leis, podemos escrever uma nova história, assim como essas mulheres:
Clara cresceu em uma família onde o amor dos pais era algo sempre ausente. Seu pai era distante, e sua mãe, envolvida em suas próprias batalhas internas, não conseguia oferecer o apoio emocional que Clara ansiava.
Ao crescer, Clara não aceitou essa falta de amor e se lançou em relacionamentos em busca do afeto que não encontrou em casa. No entanto, seu desejo por amor a cegava para a realidade. Ela se tornou codependente, buscando nos outros o que nunca recebeu dos pais. Os relacionamentos dela são marcados por uma constante insatisfação, pois nenhum parceiro conseguia preencher o vazio que ela carregava. Clara, sem perceber, repetia o padrão de seus pais, tornando-se uma prisioneira do passado que buscava desesperadamente algo que estava ausente desde sua infância.
Já Heloísa cresceu julgando e criticando sua mãe pelas suas escolhas. Inconscientemente, assumiu uma postura de superioridade em relação a ela, acreditando que poderia assumir os fardos dela e cuidar da mãe.
No entanto, seus relacionamentos românticos eram tumultuados. Heloísa assumia os problemas dos parceiros como se fossem seus, carregando um peso que a afundava. Ela se esforçava para ser uma espécie de salvadora, mas acabava fracassando, pois não conseguia lidar com o peso emocional dos outros. A postura de superioridade que ela adotou a levou a repetir os padrões que tanto criticou tornando-se uma vítima de suas próprias escolhas.
Ana, por sua vez, uma mulher que sempre se esforçava ao máximo em seus relacionamentos. Ela acreditava que dar mais era a chave para um amor duradouro. Mas, vez após outra, Ana foi traída, ou trocada.
Ela sempre dava mais do que recebia, criando um desequilíbrio que prejudicava a relação. Seus parceiros, sobrecarregados pela generosidade excessiva de Ana, sentiam-se pressionados e, eventualmente, afastavam-se. O desequilíbrio na troca criava conflitos e insatisfação, levando a relacionamentos que não resistiram ao teste do tempo.
Eu sei que essa dúvida passou pela sua cabeça. Mas se você:
Amar é primordial, mas não é o suficiente.
Comece por aqui
Material de Apoio: Caderno de Ativação do Curso “As Ordens do Amor”
Aulas:
Desvendando As Ordens do Amor
Aulas:
Exercícios Sistêmicos
Aulas:
Uma experiência completa de quase 3 horas de conteúdo explicativo, sessões práticas e espaço para tirar dúvidas.
Olá, meu nome é Flávia Vascon Shiguematu. Sou casada com o Lincoln e mãe de duas enteadas. Sou uma mulher comum e por isso muito realizada, mas antes disso já estive no papel da "boazinha", "salvadora", "tenho que provar o meu valor" e até "patinho feio". Em meio a essas etiquetas, eu costumava me colocar em situações complicadas quando o assunto eram relacionamentos.
Por trás da fachada de “bem resolvida”, percebi que não me relacionava bem nem com os outros nem comigo mesma. O que eu não sabia na época era que toda a batalha que travava contra mim mesma seria uma potência para reacender um antigo sonho: ajudar pessoas e compartilhar as lições dos meus próprios processos com o mundo.
Cada passo que dei nessa jornada, incluindo as formações com os melhores especialistas, abriu portas para que eu pudesse auxiliar mais de 7 mil pessoas a viverem vidas mais significativas. Aprendendo a resgatar a si mesmas diante dos desafios da vida e a recuperar o amor próprio.
Se eu consegui, acredite, você também pode! Estou aqui para guiar você nessa jornada de autodescoberta e transformação.
As Ordens do Amor tem garantia incondicional de 7 dias!
Você pode realizar sua inscrição através de PIX, Boleto Bancário, ou em até 12x no cartão de crédito. Caso você seja do exterior e não tenha conta no Brasil, também é possível a criação de um link especial na moeda corrente do país que você reside. Para esta opção, é necessário entrar em contato com nosso suporte.
Imediatamente após realizar sua inscrição você receberá por e-mail o acesso à plataforma do curso. Você já terá acesso a todos os materiais disponíveis, que juntos totalizam mais de 5 horas de conteúdo profundo sobre As Ordens do Amor.
Seu acesso terá um prazo de um ano.
Sim, nossa plataforma é dinâmica e interativa, e você pode assistir pelo celular, tablet, computador, notebook e até mesmo pela TV.